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24/08/2013

Mark Noble Vs Newcastle (Newcastle 0-0 West Ham)



Mark Noble, a quem lhe chamam de "Pirlo de Cockney", está para o West Ham, como Michael Carrick para o Manchester United. É o jogador mais importante em todas as fases de construção e é o elemento que faz o jogo fluir e correr. Não tem medo de arriscar o passe e oferece sempre uma, ou mais, linha(s) de passe. Contra o Newcastle - apesar dos números favorecerem a equipa da casa - repetiu-se a história que tem sido contada desde que Noble passou de promessa a confirmação.
No 4-1-2-2-1 (vagamente entenda-se 4-3-3), Noble, 26 anos, jogou na posição mais defensiva do meio campo, mas com os seus passes longos conseguiu rasgar a defesa do Newcastle, nomeadamente na primeira parte. Definiu bem o "timing" das suas acções nos passes e no seu posicionamento. Mostrou-se resistente fisicamente e não cedeu grande margem de manobra aos jogadores adversários que iam aparecendo no seu raio de manobra (Ben Arfa ou Marveaux, que foi uma dor de cabeça para os seus colegas). À sua frente, como médios interiores, teve Diamé, algo desinspirado mas sempre cooperativo, e Nolan, que joga sempre a um ritmo elevado e aparece bem em zonas de finalização.
Destacaram-se ainda James Collins, defesa central dos "Hammers", que bloqueou grande parte dos remates do Newcastle, e Vurnon Anita e Sylvain Marveaux, nos Magpies. O jogo, algo pobre, terminou num empate sem golos, com 22 remates e apenas 2 foram à baliza, curiosamente um para cada equipa.


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08/05/2013

Sir Alex Ferguson diz adeus ao banco do Manchester United 27 anos depois


27 anos de Manchester United. 13 Premier League, 2 Champions League, 2 Campeonatos do Mundo de Clubes (ou Taça Intercontinental), 5 Taças de Inglaterra e 4 Taças da Liga, só ao serviço dos Red Devils. Anteriormente, pelo Aberdeen (hoje um clube pequeno da Escócia): 3 Scottish Premier League, 4 Taças da Escócia, 1 Taça Dryborough, 1 Taça da Liga e 1 Recopa Europeia.
1,498 jogos. 894 vitórias. 337 empates. 267 derrotas.
Desde que chegou ao United (em 86), o Real Madrid já teve 24 treinadores.
Hoje anunciou a sua retirada. O Mundo [Futebolístico] ouve os aplausos direccionados de todos os cantos do Mundo.


Este Senhor que se encontra no meio, de terno e gravata, fez todos estes jogadores na foto, aos quais podemos chamar de lendas pelas suas marcas no Manchester United. Mas acima de tudo, criou Homens e História, dois H's muito difíceis de conquistar e fazer crescer nos dias de hoje.

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06/04/2013

Jay Rodriguez Vs Reading (Reading 0-2 Southampton)


Jay Rodriguez continua a mostrar os dotes que o têm feito suscitar nos nomes que constam nas revelações da Premier League'2012/2013 e, contra o Reading, voltou a justificar qualquer elogio que lhe tem sido atribuído.
A jogar atrás de Lambert, avançado, num trio de médios ofensivos, com Gaston Ramirez (substituído por Lallana aos 63') e Steven Davis (Guly entrou no seu lugar aos 89), foi sempre uma dor de cabeça para os defesas do Reading (de onde se destaca Sean Morrison com 3 tackles cruciais) e para o guarda-redes Federici, que se mostrou incapaz e sem coragem de enfrentar o tackle arrojado de Jay que lhe valeu o golo que marcou nesta partida, aos 34 minutos, fazendo-o assim pelo terceiro jogo consecutivo (Liverpool e Chelsea foram as outras vítimas). O nº9 do Southampton ainda havia de mandar uma bola à barra e na segunda parte, fez a assistência primorosa que Lallana aproveitou para fazer resultado final, 2-0.
Numa equipa que subiu esta época à Premier League, Jay Rodriguez, Inglês de 23 anos, é destaque à beira de outros valores como Artur Boruc, Schneiderlin, Luke Shaw (de 17 anos), Yoshida, Adam Lallana ou Rickie Lambert, e a velocidade, técnica de drible, coragem no tackle/disponibilidade defensiva (só neste jogo fez 3 tackles, o que é bastante bom para um jogador ofensivo), e a capacidade de remate (tem 6 golos esta época, para além de 5 assistências), já chamaram a atenção de outros clubes, como o Liverpool.

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22/03/2012

Thomas Vermalen Vs Everton (Everton 0-1 Arsenal)



Alguns adeptos ainda se estavam a acomodar na bancada e já Thomas Vermaelen tinha ditado o resultado final  ao marcar o único golo da partida (e o 5º na sua conta pessoal) num cabeceamento forte, no seguimento de um canto apontado por Robin Van Persie aos 8 minutos.
Com a colaboração do seu companheiro no eixo da defesa "Gunner", Laurent Koscielny, Vermaelen fez mais uma actuação sólida. Forte no jogo aéreo, não deixou que o possante Nikica Jelavic tivesse oportunidade de fazer algum perigo. Controlou a linha defensiva, fazendo os jogadores do Everton cair várias vezes em fora-de-jogo durante o jogo e ainda fez uma investida no ataque aos 75', cruzando uma bola para Tomas Rosicky.
A jogar um futebol bem delineado e incisivo o Arsenal criou muitas ocasiões de golo com Van Persie a atirar ao poste, ou, Aaron Ramsey a dar a Tim Howard a oportunidade de brilhar na baliza de Goodison Park.
Assim, o Arsenal ganha terreno sobre o grande rival Tottenham na luta pelo terceiro lugar da Premier League a 9 jornadas do fim.

31/12/2011

Liverpool 3-1 Newcastle: Bellamy e Gerrard decidem



Craig Bellamy rasgou mais uma boa exibição ao serviço do Liverpool esta época e, proporcionou um bom espectáculo de fim de ano em Anfield contra o Newcastle, marcando dois golos e, apesar da fulgurante entrada de Steven Gerrard, que marcou o terceiro golo, foi mesmo o melhor em campo.
Os primeiros 20 minutos de jogo foram bastante apáticos e o Newcastle acabou mesmo abrindo o marcador com um golo vindo "do nada". Cabaye cruza do lado esquerdo e, Demba Ba dividiu o golo com Agger, traindo Reina, sem reacção, aos 25'.
Isso bastou para provocar o Liverpool que rapidamente ripostou com o golo de Bellamy, após investida de Charlie Adam, que, bloqueada pela defesa do Newcastle, sobrou para o internacional Galês à porta da baliza, colocar a bola no canto inferior. A partir daí o jogo foi de um só sentido e Alan Pardew, treinador do Newcastle, teve até de substituir Ryan Taylor (por Santon) ao intervalo porque este estava a ser aterrorizado pelo inspirado e irrequieto Downing na lateral esquerda.
Na segunda parte, mais do mesmo. De destacar a entrada de Gerrard, aos 59, para o lugar de Charlie Adam. O que certamente mudou a face do jogo para melhor. O capitão dos Reds revitalizou a equipa e trouxe mais força, energia e classe ao jogo. Deu mesmo 3 cruzamentos para Andy Carroll marcar, só que este "desperdiçou" as oportunidades, tendo mesmo acertado um cabeceamento na barra.
Tioté era o membro mais inconformado do lado visitante e fez o papel de lutador durante os 90' e isso fez com que cometesse falta sobre Agger aos 67'. Livre directo para o Liverpool e Bellamy marca o seu segundo golo e vira o placar a favor dos da casa, com colaboração de Andy Carroll e Danny Simpson, que não só não permitiu a defesa de Tim Krul, como ajudou os adversários ao cabecear para dentro da baliza.
Para acabar em grande, eis que Gerrard marca o seu golo da honra. Henderson recebe a bola nas imediações da área, temporiza, até que Gerrard investe de rompante pela área para este a passar, e, à saída de Krul, Steven mete a bola rasteira, de pé esquerdo, para dentro da baliza, fazendo assim o 3 a 1 e acabando com um bom jogo dos Liverpoolnians.



27/12/2011

Chelsea 1-1 Fulham: Dempsey abriu o livro que Stockdale fechou



No Boxing Day houve o famoso "West London Derby" que confronta Chelsea e Fulham.
A jogar em Stamford Bridge o Chelsea encontrou no Fulham um "osso duro de roer". Bem organizados e confiantes a trocar a bola, os visitantes sentiram-se à vontade contra um Chelsea pouco pressionante durante a maior parte do jogo. Aliás, a primeira parte foi rica em ocasiões de lado, mas o ritmo do jogo esteve sempre à quem do esperado e quem esteve mais perto de marcar foi mesmo o Fulham por intermédio de Orlando Sá que se desembaraçou de Bosingwa e perto da pequena área cabeceou por cima da barra.
Na segunda parte o jogo mudou de "cara". O Chelsea entrou a fazer pressão e aos 47' chegou ao golo por intermédio de Juan Mata num bom remate de pé esquerdo, após assistência de Fernando Torres, um dos melhores em campo.
O Fulham voltou à carga e Kerim Frei fazia o que queria de Bosingwa que só se exibia em termos ofensivos. Aos 56' eis que o Fulham empata no seguimento de um boa jogada de Bryan Ruiz, que "quebrou" os rins a Ashley Cole, finalizada por Dempsey, em que Cech fica, pelo terceiro jogo seguido, culpabilizado.


A partir daí, e com a entrada de Malouda e Drogba (para os lugares de Lampard e Sturridge, respectivamente), começou a ditar-se o que seria uma grande exibição de David Stockdale, que até este jogo apenas tinha feito 2 jogos (na vitória por 2 a 0 contra o Bolton e na numerosa derrota contra o Manchester United por 5 a 0), e a quem grande parte do mérito deste resultado se deve, pelas grandes defesas protagonizadas na baliza do Fulham.

Os Destaques
Chelsea FC

John Terry: Imperial. Acertivo no corte e no passe, esteve bastante interventivo tanto nos cortes defensivos, como no ataque.
José Bosingwa: Frei deu-lhe várias dores de cabeça, mas foi o membro mais irrequieto ofensivamente, com vários cruzamentos para a área.
Oriol Romeu: Aguerrido e agressivo no corte, esteve bem durante o jogo inteiro. O membro mais constante do lado Blue, a par de Torres.
Raul Meireles: Teve duas boas ocasiões para mudar o rumo do jogo. Um belo cabeceamento, que obrigou Stockdale a boa defesa, e um bom remate, após rodar e chutar a pouca distância da baliza.
Fernando Torres: Muito bom no passe, fez a assistência para Mata após bom trabalho de "pivot". Sem dúvida fulcral em todo o processo ofensivo do Chelsea. Constante e lutador, fez 2 bons cortes e poderia ter marcado um bom golo, não fosse, "para variar", Stockdale.
Juan Mata: Marcou o golo com um bom pontapé ao canto inferior da baliza e teve boas investidas ofensivas.
Florent Malouda e Didier Drogba: Entraram bem no jogo e mudaram o "rosto" do Chelsea na segunda parte.

Fulham FC

David Stockdale: Excelente exibição. Protagonizou um bom espectáculo com uma mão cheia de grandes defesas. O melhor em campo.
Clint Dempsey (Vídeo-Compilação abaixo): Dos melhores em campo, também ele. Manipulou o jogo do Fulham, com bons dribles e foi bastante bom no passe. Obrigou Cech a uma boa defesa logo no início da partida e marcou o golo do empate num lance que representa o que o internacional Norte-Americano é, um guerreiro.
Kerim Frei: Dono de uma qualidade técnica fantástica, fez muita mossa no lado direito da defesa Blue.
Orlando Sá: Forte fisicamente, esteve só no ataque e ressentiu-se disso. Poderia ter marcado um golo, mas acusou a falta de ritmo, mandando a bola por cima da barra. Foi substituído aos 81', mas os adeptos do Fulham fizeram questão de congratular o internacional Português, fazendo ouvir a salva de palmas dedicadas ao mesmo.




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24/12/2011

Aston Villa 1-2 Arsenal: Arteta coordena, Van Persie mata



Sem 5 defesas (Sagna, André Santos, Jenkinson, Gibbs e Djourou), lesionados, e Alex Song suspenso, o Arsenal conquistou no Villa Park um bom resultado, com a vitória por 2 a 1, já nos minutos finais.
O primeiro golo do jogo foi obtido por Robin Van Persie no seguimento de um penálti sofrido por Theo Walcott que foi agarrado na área por Clark, aos 15 minutos. Assim, o capitão dos Gunners e internacional Holandês, Van Persie, igualou o recorde de Thierry Henry com 34 golos marcados num ano.
Van Persie voltou a estar evidência pouco depois ao lançar Walcott nas costas da defesa que tentou fazer o chapéu a Brad Guzan, este, defendendo a bola com a cabeça numa saída arrojada da baliza.
O Aston Villa pressionava muito e N'Zogbia estava-se a tornar no terror de Coquelin na ponta esquerda.
Comandados pela imponência do capitão Búlgaro, Stylian Petrov, os Villans criaram as maiores oportunidades durante o jogo e, ao minuto 54, Marc Albrighton, dos mais irrequietos durante o jogo todo, aproveitou um erro de Vermaelen e de Mertesacker, roubando a bola e com simplicidade no um para um com Sczesny, empurrou a bola para o fundo das redes estabelecendo a igualdade no marcador.

O jogo continuou disputado de lado a lado, mas o Arsenal não conseguia dar melhor acabamento às jogadas lançadas para Walcott e Gervinho, maioritariamente por parte de Mikel Arteta, que foi o maestro dos Londrinos e dos melhores em campo por sinal, acabando por ser cortadas por Alan Hutton ou Richard Dunne que estiveram sempre concentrados no aspecto do "tackle".
Aos 80' Wenger decidiu substituir Aaron Ramsey e Gervinho por Arshavin e Benayoun e, 7 minutos depois, o Israelita justificou a aposta marcando de cabeça, após um canto de Van Persie, aproveitando a falta de aplicação na marcação de Agbonlahor.
Para culminar, Alan Hutton que até então esteve bem no corte, manchou a sua exibição, sendo expulso nos acréscimos por acumulação após falta dura sobre Vermaelen.

Os Destaques
Aston Villa FC
Brad Guzan: Sem hipóteses nos golos sofridos, esteve bem ao sair para cortar de cabeça num chapéu de Walcott e num remate à queima-roupa de Mertesacker.
Richard Dunne: Intransponível, fez cerca de 6 cortes fulcrais em investidas de Walcott e Van Persie.
Stylian Petrov: Marcou o ritmo do jogo da sua equipa, tentou o remate e esteve bastante preciso no passe.
Charles N'Zogbia: O terror da defesa do Arsenal. "Sacou" dois amarelos, a Coquelin e a Mertesacker. Teve dois bons cruzamentos para Agbonlahor e várias investidas na extrema esquerda. Virtuoso.
Marc Albrighton: Esperto no golo alcançado, esteve sempre activo e cruzou muitas bolas que poderiam ter feito mossa aos Gunners caso Agbonlahor estivesse nos seus dias.
Gabriel Agbonlahor: Nos minutos iniciais forçou Sczesny a uma boa defesa, mas rapidamente se "ausentou" do jogo. Poderia estar mais concentrado e a equipa ressentiu-se com a falta de um matador.
Barry Bannan: Entrou a um minuto do intervalo para o lugar de Ireland e logo no primeiro toque na bola cobrou um livre que deixou Sczesny pregue ao chão. Esteve sempre certo no passe e na finta.

Arsenal FC


Laurent Koscielny: O melhor no sector defensivo do Arsenal. Sempre bem posicionado, esteve bem no corte.
Mikel Arteta: O maestro. Geriu a posse da bola do Arsenal e o jogo passou todo pelos seus pés. Conteve-se a atacar, mas foi o elemento mais fulcral da sua equipa.
Robin Van Persie: Bateu o recorde de Thierry Henry e marcou o seu 34º golo em 34 jogos na Premier League em 2011. Foi um quebra-cabeças para a defesa do Villa e tentou abrir a defesa com bons passes. Levou cartão amarelo por simulação aos 78'.
Theo Walcott (Vídeo-Compilação abaixo): Irrequieto como sempre, deambulou pela extrema direita e esquerda na primeira parte. Na segunda esteve sempre na direita e foi aí que criou mais perigo com várias investidas em velocidade. Poderia ter marcado o 1-0, não fosse uma boa saída da baliza por parte de Guzan.
Yossi Benayoun: Entrou para decidir com o cabeceamento para golo aos 87'.

24/08/2011

David Silva Vs Bolton (Bolton 2x3 Manchester City)



Pela segunda vez, em dois jogos, David Silva foi nomeado Man of the Match pela SKY Sports e com toda a justificação possível, realizou uma exibição magnífica, desta feita contra o Bolton, depois da primeira, contra o Swansea, na estreia de Sergio Aguero pelos Citizens.

David Silva marcou um golo, muito por culpa de Jasskelainen (guarda-redes do Bolton) e, assim, acrescentou a sua marca para dois golos na Premier League, depois de bater Vorm (guarda-redes do Swansea), na semana anterior. Mas, não bastou só o golo ao internacional Espanhol...

A jogar à beira de James Milner, atrás de Aguero (e posteriormente Tevez) e Dzeko, ambos criaram muita mossa à defesa do Bolton, com belos passes e aproximando-se das zonas de finalização. A jogar desde o centro para as alas,  foram constantes as jogadas individuais que resultaram em lances favoráveis para o City, mas também teve a seu favor o apoio de Gareth Barry e Yaya Touré que jogaram nas suas costas, a manter os ataques do Bolton sob controlo e entregando a bola para Silva (ou Milner), decidir.

- Roberto Rivelino

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24/04/2011

Tottenham 2x2 West Brom: A Crítica A Uma Equipa Que Não Quis Ganhar O Jogo





Já não assistia a um jogo do Tottenham há já algum tempo, e vou assumir desde logo que estou desapontado, mas do mal, o menos, pois assumo (também), desde já o meu favoritismo pela equipa da casa.


O Tottenham não ganhou o jogo porque não quis, e por favor? Uma equipa de "Champions-League-Level" fica feliz com um 2-1 ou um empate? O que é isso? Rapaziada, há que entrar e matar o jogo. O jogo estava nas mãos dos jogadores e eles foram desperdiçando e eu não sei o que estavam a fazer a certo ponto, 80 minutos e a segurar a bola com Crouch ou Pavlyuchenko, duas "estacas" na área? E... Harry Redknapp, "Oi lad" (diria um Inglês com um belo sotaque), tira o Pavlyuchenko aos 80', quando o bola tem de ser "bombeada" para a área? Provavelmente, disse à sua equipa que estava contente com o empate. Mal jogado, na minha opinião. Mr., não se esqueça que já não treina o Portsmouth.


Tenho que dizer, porém, que todos os quatro golos foram execuções de pura classe.

Ekotto foi realmente um bocado estúpido no golo de Odemwingie. Como é que um jogador de uma equipa de alto nível, como é o Tottenham, vai dar aquele espaço entre o defesa central (neste caso, Dawson) e ele próprio, sendo ele o lateral? Estava a dormir... mas Odem' não estava. Os golos de Pavlyuchenko e Defoe foram simplesmente fantásticos. Dizem muito sobre a classe deste "caras". Aproveito para dizer que também gostei de como estes se deram durante o decorrer do jogo. Por volta dos 81', surgiu o golo do 2-2, de Cox, para o "WBA" foi incrível, mas eu vou atirar 20 cêntimos ao ar e dizer que um Gallas de "top-level" nem o deixaria controlar a bola, mas, tal como Ekotto, distraiu-se e deu-lhe o centro para ele marcar... "Gallas, com essa experiência não consegues "forçar" o jogador a ir para a linha e perder a bola?" - Provavelmente esta seria a pergunta de Redknapp ao Francês depois do jogo, pelo menos, se eu fosse o treinador, seria essa a minha.


Como prestações individuais, de ressalvar Modric, Pavlyuchenko e Van der Vaart como os melhores de ontem. Modric foi da mesma estirpe de sempre. Eu nem acho que o devia de mencionar porque ele é sempre o melhor, mas como raramente os "Spurs" tem um espaço aqui no blog, penso que vale a pena.Pavlyuchenko realmente correu atrás do "prejuízo". Vou confessar a minha ignorância quanto a isto, mas penso que o Russo está a jogar e a trabalhar para se manter na equipa e obter a renovação do contrato. Ele é o melhor "instrumento" para jogar junto de Defoe e ele com certeza é também um jogador com classe, no entanto, precisa de controlar a força nos passes. Grande golo com o seu "pior" pé (o esquerdo). Rafael foi apenas o Rafael Van der Vaart que todos sabem, conhecem e se deliciam com a sua magia. A sua maneira de proteger a bola é típico de alguém que sabe jogar futebol e a sua visão é impressionante, podendo colocar a bola em qualquer sítio que ele queira. Penso que se Modric não tivesse sido forçado a jogar encostado à linha (pois com a lesão de Ekotto, Bale recuou para a lateral e Modric foi para a posição de Bale, na ala também), o Tottenham tinha ganho o jogo com facilidade.





Com este empate, o Tottenham perdeu uma clara chance de manter a vantagem de 5 pontos sobre o Liverpool (que venceu o Birmingham e encurtou a distância para 3 pontos)) e podia ter mesmo ultrapassado o Manchester City caso estes forem perder amanhã contra o Blackburn.
Sendo assim, o Tottenham mantém o 5º posto na tabela, com 55 pontos, mais 3 que o Liverpool e menos 1 que o Manchester City, que como entendido acima, tem menos um jogo.
De referir, por último, que os próximos jogos do Tottenham não se adivinham fáceis pois vai a Stamford Bridge jogar contra o Chelsea, recebe o Blackpool (um "osso duro de roer"), vai a Manchester para confrontar o City e depois vai a Liverpool. Tem assim, duas jornadas para abrir os olhos antes de jogar contra os adversários directos pelos lugares Europeus.


- Roberto Rivelino


*Clique nos links para visualizar os golos da partida.

26/03/2008

Eddie Johnson (Fulham)


Eddie Johnson é um avançado internacional pelos Estados Unidos que joga no Fulham (Inglaterra). Começou a jogar profissionalmente no Dallas, demorou algum tempo até se tornar titular na equipa principal, só no ano de 2003 é que alcançou a melhor forma, no ano seguinte estreou-se pela selecção americana, após várias tentativas de transferência por parte de clubes europeus (o Benfica (Portugal), pagava ao Dallas 5 milhões de euros por ele), rejeitou todas essas propostas, acabou por ir para o Kansas City, no ano de 2006, o mês de Julho no ano de 2007 foi algo atribulado para Eddie Johnson, pois não teve descanso, chovendo-lhe proposta de clubes ingleses (Manchester City, Middlesbrough, Derby County, Reading), escoceses (Celtic), portugueses (Benfica, de novo) e de espanhóis (Real Sociedad) e no mês de Janeiro deste ano de 2008, voltou a rejeitar uma proposta do Derby, mas desta feita acabou por se juntar ao Fulham, onde actua com outros americanos (Brian McBride, Kasey Keller, Clint Dempsey, Carlos Bocanegra). Aquando da Copa América, Diego Armando Maradona, comparou-o ao melhor futebolista português de sempre, Eusébio. Demonstra capacidade de finalização, técnica de remate, bom jogo aéreo, capacidade de impulsão, capacidade de drible, boa velocidade e força. Estreou-se pelo Fulham contra o West Ham no último dia 22 de Fevereiro.


Data de nascimento:1984/03/31
Altura:1,83m
Peso:81kg
Internacional pelos Estados Unidos

19/12/2007

Curtis Davies (Aston Villa)


Curtis Davies é um central que joga no Aston Villa, a empréstimo do West Brom.
Começou a carreira no Luton Town, transferiu-se para o West Brom em Janeiro de 2006 onde se tornou figura, até ser emprestado esta época ao Aston Villa.
Destaca-se pela sua capacidade de desarme e marcação, pelo sua capacidade de cabeceamento, revelando uma boa antecipação e boa impulsão, pela capacidade de resistência e força mas especialmente por ser uma voz de comando e um líder em campo.


Data de nascimento:1985/03/15
Altura:1,88m
Peso:76kg

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